“ ... ditosa voava solitária na noite de Hamburgo. afastava-se batendo as asas energicamente até se elevar sobre as gruas do porto, sobre os mastros dos barcos, e depois regressava, planando, rodando uma e outra vez em torno do campanário da igreja.
– estou a voar! zorbas! sei voar! – grasnava ela, eufórica, lá da vastidão do céu cinzento.
o humano acariciou a lombo do gato.
– bem, gato, conseguimos – disse ele suspirando.
– sim, à beira do vazio compreendeu o mais importante – miou zorbas.
– ah, sim? e o que é que ela compreendeu? – perguntou o humano.
– que só voa quem se atreve a fazê-lo. …”
história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
(Luis Sepúlveda)
– estou a voar! zorbas! sei voar! – grasnava ela, eufórica, lá da vastidão do céu cinzento.
o humano acariciou a lombo do gato.
– bem, gato, conseguimos – disse ele suspirando.
– sim, à beira do vazio compreendeu o mais importante – miou zorbas.
– ah, sim? e o que é que ela compreendeu? – perguntou o humano.
– que só voa quem se atreve a fazê-lo. …”
história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
(Luis Sepúlveda)

1 Comments:
:)
há tantos anos que não leio esse livro...!
é realmente fantástico.
By
jagged_little_pill, at 1:43 p.m.
Enviar um comentário
<< Home